A Black Friday, um dos maiores eventos comerciais globais, promete ser ainda mais impactante em 2024, com estratégias inovadoras no comércio online e físico. Segundo o levantamento feito pela plataforma Confi.Neotrust, divulgado no InfoMoney, a expectativa é de que o evento movimente cerca de R$ 9,3 bilhões neste ano.
Apesar de acontecer apenas na última sexta-feira de novembro, muitos estabelecimentos estendem as ofertas e as promoções durante todo o mês. De acordo com uma pesquisa feita pela OLX, 27% dos entrevistados pretendem gastar mais de R$ 1 mil. Na última edição da Black Friday, 79% dos entrevistados fizeram compras e 25% gastou em média entre R$ 100 e R$ 300.
Wesley Martins, empresário e dono das empresas Fastexpress e Brasaforte Burguer, explica que o mercado é muito competitivo, então é importante seguir a tendência do meio, sempre visualizando o que a concorrência está fazendo e vendo produtos que só vão ser vendidos naquela data para chamar clientes.
“Usando as estratégias baseadas no que a concorrência também vem fazendo, você vai adaptando a forma e maneira de trabalhar”, conta Wesley. O empresário pontua ainda que, nas datas comemorativas, a loja de hambúrguer faz um abastecimento de estoque contando que vai ter em média 30% a mais de pedidos, seja físico ou delivery. Além disso, a hamburgueria também faz escala de motoboys para não passar perrengue durante o período.
Expectativa dos consumidores
Com o evento se consolidando como uma das maiores datas de compras do ano, os consumidores buscam não apenas grandes descontos, mas também uma experiência de compra ágil, transparente e personalizada.
Sobre o comércio online ser mais vantajoso para alguns consumidores, a estudante de Publicidade e Propaganda, Kyara Silva, comenta que as lojas online oferecem muitos cupons de desconto e proporcionam uma experiência mais calma, enquanto as lojas físicas costumam ser muito cheias e agitadas.
“Concordo que a compra online é mais vantajosa, mas a falta de um atendente para tirar dúvidas pode tornar o processo um pouco complicado em alguns momentos”, pontua a universitária.
Já para a universitária Clarice Queiroga, normalmente, o meio online tem o preço mais em conta, mas comprar em loja física ainda é um grande costume para ela. “Prefiro lojas físicas por ter toda a experiência da loja, poder experimentar o produto que for comprar se for roupas, por exemplo. Mas, se online estiver bem mais barato, irei preferir a digital”, conclui Clarice
Escrito por Laysa Melo




